Estudo publicado na Current Biology comprova neurologicamente que a privação de sono limita não só a função imunitária e regulação metabólica, e as funções neurocognitivas como a aprendizagem e a memória, como também o comportamento emocional estável.

Através de Ressonância Magnética os investigadores da Harvard Medical School, Boston, e da University of California, Berkeley, poderam evidenciar que a privação de sono conduz a uma modulação inapropriada da resposta emocional do cérebro a estímulos aversivos.